TEMPOS DE RENOVAÇÃO – Ensaio sobre Novos Rumos para uma Eclesiologia das Igrejas Batistas da CBB – Parte II

Publicado: 24 de dezembro de 2008 em Teologia prática
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  II – TENDÊNCIAS ECLESIOLÓGICAS DA IGREJA BATISTA NO BRASIL

Há, sem dúvida, muitas tendências que a Igreja Batista Brasileira, como denominação tem experimentado ao longo de sua história e que tem refletido nos tempos atuais.

Para este ensaio quer-se apresentar entre essas apenas oito tendências reconhecendo que não são conclusivas, mas apenas apontam para a realidade eclesiástica no Brasil.

Também deve ficar claro de que a ordem em que as tendências são apresentadas nada tem haver com uma hierarquia de importância apenas obedecem fins didáticos.

1. Isolacionismo

Esse fator sempre esteve presente no meio Batista brasileiro devido ao fato de se ter surgido num contexto em que os pioneiros se sentiam como “seita sitiada” pelo catolicismo. [1] A ojeriza ao sistema eclesial e práticas romanistas levaram, por extensão, a um isolacionismo com relação a outros grupos considerados como evangélicos.

Parece que a força das controvérsias denominacionais que ocorreram no país de origem dos pioneiros foi transplantada também para terras brasileiras. Polêmicas se travaram nos mesmos moldes que os países de origem. Não se nega aqui as razões históricas dessas polêmicas. Apenas se salienta que no bojo tiveram a conseqüência de provocar um isolacionismo que, se justificável a princípio, hoje atua como força limitadora no que diz respeito a uma renovação interior da prática e estrutura eclesiástica. [2]

O isolacionismo vem sempre acompanhado de companheiros indesejáveis tais como: o orgulho denominacional, a autoritarismo dogmático, falta de amor cristão, hermetismo de linguagem e estrutura. Uma só palavra poderia descrever a tendência preconceito. [3]

Os que se apegam ao isolacionismo alegam o perigo da perda de

identidade [4] caso haja comunicação com os demais.

O isolacionismo na verdade se torna uma forma mitigada de autoritarismo. [5]

2. Tradicionalismo

Medo de mudanças. [6] Esse se identifica com o aspecto do culto ao passado no sentido de que esse deixa muitas igrejas entorpecidas impedindo coragem bastante para se realizar experimentos no que diz respeito à forma de comunicação dos conceitos e a mudanças das estruturas.

O medo de mudanças está diretamente relacionado à institucionalização crescente que se verifica no meio eclesiástico Batista no Brasil. Está identificado com o tradicionalismo paralisador. Confere ao passado status definitivo e definidor. Transformando-o em ídolo. [7]

O problema é que esse fato faz com que a Igreja não perceba o sopro do Espírito Santo que, por ser dinâmico e criador como o próprio Deus, sempre leva a compreensão da verdade a luz de um processo também dinâmico e criador. Uma estrutura que basta a si mesma a luz do seu passado é uma estrutura que não tem encontrado espaço para atuação do Espírito Santo de Deus.

Snyder [8] está certo quando comenta em seu livro que a igreja não é uma coisa. É povo. Povo escolhido, peregrino, da aliança, testemunha viva do poder de Deus, santo. Assim é preciso criar estruturas que estejam em sintonia com o que ela é ontologicamente. Não há lugar para tradicionalismo. Esta estrutura precisa passar pela mente de Cristo numa contextualização do mundo, sendo compatível com a ênfase pessoal, com a flexibilidade variada para ajudar a sustentar a vida cristã no mundo, alicerçada sobre os dons espirituais e na comunhão.

3. Autoritarismo

Esta tendência se manifesta no plano individual e estrutural. Crescem a interferência dos órgãos, centrais de planejamento, na vida das igrejas Batistas locais. Se bem que, sempre se ressalve o principio Batista da autonomia das igrejas é bom que se diga que há toda uma estrutura de pressão no sentido de levar as Igrejas a aceitarem e apoiarem os planos que a elas são remetidas.

Os jornais e revistas da denominação desempenham importante papel neste sentido. O problema não está na divulgação em si que certamente é necessária e estimulante. É que os planos são apresentados de uma forma que não permitem discussão.

Exemplos tirados da fraseologia utilizada em algumas cartas circulares, relatórios de executivos, artigos e discussões em plenário de Convenções que demonstram uma estrutura autoritária e não de autoridade. “Cremos que o Espírito Santo de Deus, inspirou-nos na elaboração deste projeto…”; [9] ”Sentimos ser a vontade de Deus que… sob a inspiração de Deus, nos reunimos e elaboramos…”.[10]

Observa-se ainda que não estão isentos do autoritarismo decorrente do carisma de liderança. Não se crer que os únicos culpados disso sejam os próprios líderes. Da mesma forma não se deve crer que tenham planejado tal tipo de coisa.

Os líderes como os liderados encontram-se inseridos numa estrutura sócio-cultural mais ampla e o que se verifica no contexto externo (nas relações e mediações políticas, por exemplo) também se manifestam no ambiente eclesiástico intra-muros. Como povo, esse está acostumado a ouvir e aceitar as verdades que lhe são comunicadas. É perigoso e pecaminoso questionar. [11]

 A verdade, é que no contexto político-social e denominacional, não é uma conquista, resultado de uma busca e elaboração tanto pessoal como coletiva. Ela é uma dádiva. Ou se aceita, ou se rejeita. Nesse sentido nenhuma estrutura se presta tanto ao mecanismo de autoritarismo como a estrutura religiosa. Não é de se estranhar, pois, que se tenha meio evidencias do sobejo no que diz respeito a sua manifestação.

4. Superficialidade Doutrinal

Exatamente por considerar a verdade como dádiva e pelo fato de se ser convidado a aderir ou assentir a verdade que é (foi) transmitida se é levado a uma superficialidade doutrinal. Esta se manifesta pela falta de convicções básicas e pessoais. As pessoas falam de doutrinas e princípios batistas como se fossem aparelhos de gravação a repetir o que neles foi gravado por um processo qualquer. O que acontece no cenário evangélico brasileiro tem entrado nas igrejas batistas sem piedade alguma, nessas que já foram reconhecidamente conhecidas como igrejas verdadeiras nas convicções doutrinárias. Veja o que diz Júlio César Lucarevski comentando sobre essa realidade:[12]

 A saúde espiritual dos evangélicos não vai nada bem. O não compromisso, a superficialidade, e a falta de fundamento bíblico e teológico caracterizam a espiritualidade de hoje. Apesar de proliferar os encontros de adoração, as correntes de oração, empenho no serviço para o Reino e a aplicação nos estudos bíblicos, o resultado continua sendo vidas vazias de Deus. O muito saber e muito fazer não tem garantido uma espiritualidade genuína de paixão pelo Senhor Jesus e de renovação integral. Uma das grandes armadilhas em que as igrejas brasileiras tem caído é a opção por um evangelho light. Um cristianismo sem consistência doutrinária, que não aborda questões como pecado, cruz, e a identificação com Cristo. Outro contratempo é a opção pelos extremos: de um lado a salvação pessoal e espiritual, do outro a preocupação com as necessidades humanas.

 O pastor e escritor Ricardo Gondim [13] tem afirmado que o movimento evangélico está chegando ao fim. O movimento evangélico tal como conhecemos está fadado ao fracasso. Para ele o pragmatismo é a principal causa de sua bancarrota. A espiritualidade da técnica e do como fazer irá ceder lugar para uma nova espiritualidade. A mesma coisa tem dito o escritor Larry Crabb.[14] Quando argumenta que os evangélicos estão cansados de meia hora de arremedo de adoração nas manhãs de domingo, seguido de quarenta minutos de palestra motivadora disfarçada de sermão. Cada vez mais pessoas famintas estão fazendo retiros silenciosos, conscientes de um anseio por Deus e desejando sinceramente encontrá-lo. Está acontecendo uma guinada da espiritualidade.

Em uma análise, a superficialidade doutrinária se manifesta pelo apego a fórmulas repetidas, pela teologia que se limita a ser uma teologia de compêndios, geralmente transplantada, ou pela teologia que se caracteriza por ser uma apropriação particular, de um individuo particular, numa situação particular que, então, forma uma escola de seguidores. Não há uma doutrina que nasça de um processo de reflexão crítica onde o sujeito desempenha papel preponderante por ser ele desafiado a interpretar o sentido da Palavra de Deus para o seu tempo que se chama hoje.

Uma das evidencias do superficionalismo doutrinal é a ênfase exageradas que se emprestem as formulações doutrinais em detrimento dos aspectos práticos da fé que se traduzem num comprometimento abrangente com o Reino de Deus.

Assim, despida dos aspectos mais dinâmicos de sua própria vitalidade, a fé se transforma numa mera questão intelectual, ou acadêmica, de aceitação de um credo confessional.

Destarte se limita a própria dinâmica da vida crista.

5. Distorção na Compreensão da Responsabilidade para com o Mundo

Líderes Batistas da BCC possuídos por uma visão estática da Igreja e voltados para a manutenção de sua estrutura formal, mudou-se também a perspectiva de missão. É bom relembrar as palavras de Cristo em João 17  quando orou ao Pai celestial para que não tirasse os discípulos do mundo, mas que os livrasse do mal. Tem-se a impressão, às vezes, a partir de algumas expressões e atitudes de muitos obreiros e crentes que se conseguiu realizar a oração sacerdotal ao contrário!  Quer dizer que, uma vez que Jesus não pediu ao Pai que nos tirasse do mundo nós mesmos nos eclipsamos!

Preocupa-se o fato da Igreja não ser procurada a fim de dar uma palavra, como grupo, que ajude em situações problemáticas do mundo contemporâneo. Mas, o ostracismo ao qual se tem sido relegadas não será, antes, uma resposta à alienação em que se encontra face aos problemas mais angustiantes de nossa sociedade.

Na última parte do livro organizado por Valdir Steuernagel intitulado A missão da igreja: Uma visão panorâmica sobre os desafios e proposta de missão, para a igreja na antevéspera do terceiro milênio. [15], mostra  a missão da igreja enquanto sua encarnação e a diaconia. O artigo de Samuel Escobar, sem dúvida nessa parte, fornece o destaque deste bloco quando trabalha a natureza do protestantismo em relação a outras vertentes eclesiásticas dando o verdadeiro significado sócio-político deste. A relação ente cultura e missão também é abordada chamando a atenção sobre a dimensão que ela deve ter na vida da igreja, uma vez que, a América Latina é uma cultura viva e complexa, para que se valorize as expressões positiva dessa. Os assuntos éticos são abordados nos capítulos dessa secção:  O compromisso da paz (17) deve fazer parte da missão da igreja refletindo a conciliação missionária que faz com que os muros do ódio sejam derrubados e novas vias reconciliadas sejam construídas; Os direitos humanos 18, tendo como ponto norteador o homem-imagem-de-Deus que o torna ser libertador, salvador; A fé que deve expressar-se nas obras (19), o envolvimento político(20)como caminho da igreja na transformação histórica, os grupos marginalizados(21)onde a Eclésia deve buscar soluções viáveis e dignas; As comunidades eclesiais de base(22) onde os pequenas igrejas causam impacto evangelístico, formando um novo modelo de evangelização; O problema da modernidade(23), onde duas questões são tratadas: o problema da verdade e as formas pertinentes de envolvimento social e político; A questão da ecologia(24 ) que impõe a igreja a ser responsável criando e zelando por uma ética cristã.

A triste realidade é que a maioria das igrejas batistas da CBB não se enquadra com os desafios citados anteriormente.

O termo “evangelho Integral” é desconhecido por quase a totalidade dos líderes dessas igrejas, tornando-as “espiritualizantes” e desplugados do mundo.

6. Perda do Sentido da Unidade Denominacional

Outra tendência tem sido a perda do sentido de unidade do povo batista. Isto é fácil de perceber a partir do planejamento estratégico que a CBB realizou para a denominação priorizando em seus objetivos a palavra “unidade”. [16]

Hoje, podemos dizer as maiores ameaças para a desunião não vêem de fora, por grupos confessionais que possam vir a nos combater. Geralmente as ameaças externas provocam uma união muito maior dos membros do grupo. A principal ameaça vem de dentro de nosso arraial.

Pelo menos as seguintes tendências se mostram perniciosas por ensejarem uma perda crescente do sentido da unidade denominacional.

– a competição interna gera batalhas e querelas intestinas que se consomem muita energia que poderia ser gasta em aspectos missiológicos;

– há muitos indivíduos que se dizendo batistas, no entanto, em função dos objetivos de sua organização ou ministérios são obrigados a se comportarem de modo amorfo em questões doutrinais a fim de não perderem o apoio financeiro para suas realizações.

– falta de visão corporativa, ou seja, do todo, Tem-se a tendência de analisar as questões setorialmente e não globalmente. Falta de percepção por parte da igreja de que um membro doente leva todo o organismo a sofrer. Aquilo que afeta o outro afeta a si mesma. A própria estrutura de Educação Religiosa tem levado a esse tipo de percepção setorial. As várias organizações de educação religiosa competem entre si em busca de espaço sem que se perceba uma integração dos seus objetivos particulares com os objetivos gerais da igreja como um todo.

7 – Ruptura Estrutural

A Igreja Batista no Brasil já teve uma cisão quando se desmembrou o grupo renovacionista e tudo indica que caminha para uma outra ruptura estrutural.

Os sintomas aí estão pelo excesso de individualismo. Um movimento centrado no indivíduo dificilmente retrocede em função do grupo denominacional. Já foi salientado que alguns indivíduos são maiores do que uma denominação pode conter. Tendo uma estrutura própria (e, consequentemente, poder) a única saída é a capitulação do grupo ao individuo ou então a ruptura.

O problema se torna ainda mais grave quando se percebe que determinados programas parecem ser financiados por agencias e indivíduos externos que impõem explicita ou implicitamente, determinada linha teológica. Preocupa-nos a projeção de tais influências e interferências para um futuro não muito remoto.

Presentemente, os batistas do Sul dos Estados Unidos se encontram sob forte pressão de um grupo de tendência fundamentalista que, financiado por alguns milionários do Texas, elaboraram um plano de tomada do poder na Convenção do Sul com a finalidade de expurgar todos aqueles que não partilham da mesma postura fundamentalista. Para dar conseqüência a esse plano têm feito violência aos valores éticos os mais elementares.

Parece que a controvérsia fundamentalista norte-americana[17] está sendo exportada para o Brasil, não faltam aqueles que se prestam para serem porta-vozes.

8 – Orgulho e Vaidade Denominacionais

O maior problema que se enfrenta é o pecado do virtuosismo moral. Este foi o pecado dos fariseus ao tempo de Jesus. Se pode, como indivíduos e como denominação, serem apossados de uma atitude de orgulho e vaidade quanto aos feitos do grupo denominacional. Tal atitude de autoglorificação jamais poderá ser coadunada com o Espírito de Cristo.

Por haver a tendência a da Igreja de se considerar os números que marcam o progresso de seu crescimento com uma soberba em relação às demais denominações essa se limita aos seus arraias não havendo nenhum interesse de se assentar com os demais que pensam diferente para entender a manifestação de Deus para a essa época.


[1] CAVALCANTI, Robinson. A utopia possível: em busca de um cristianismo integral. Ultimato: Belo Horizonte,1997. p. 184. É nesse contexto que o autor desenvolve quatro blocos temáticos: a questão teológica, a questão eclesiástica, a questão social e a questão política. Para o autor, a utopia, o sonho do novo, do diferente, do melhor, motiva a nossa caminhada, mesmo quando a conjuntura parece dizer o contrário.

[2] LEITE, Cláudio a.C., CARVALHO, Guilherme V. R, CUNHA, Mauricio J. S. (Org) Cosmovisão cristã e transformação.  Ultimato: Belo Horizonte, 2006. p.304. Há neste livro que versa sobre abordagem teórica às ações práticas da igreja interessante reflexão sobre a relação isolacionismo e mudança eclesiástica das igrejas brasileiras.

[3] Ver mais sobre o assunto em: PIXLEY, J. História a partir dos pobres. Petrópolis: Vozes, 1982.

[4] HALL, Stuart. A questão da identidade cultural. Tradução de Andréa Borghi Moreira Jacinto e Simone Miziara Frangella. coleção Textos Didáticos-IFCH/UNICAMP, nº 18- fevereiro de 1998, 2ª edição revista. Estudo sobre a identidade de grupos sociais onde toca no tema fobias quanto a aproximação de outras identidades.

[5] Transição Política na América Latina: De Regimes Autoritários a Democracias ainda não consolidadas”, artigo publicado na Revista de Informação Legislativa, janeiro-março/1994, Brasília, Ano 31, n° 121.) Esse artigo toca de maneira peculiar a questão sobre a relação isolacionismo e sistemas autoritários e democráticos.

[6] VANIER Jean. O Despertar do Ser.Tradução: Magda França Lopes . São Paulo: Verus Editora, 1998. O autor escreve sobre a premissa de que por medo de sofrer, se excluí da vida social todos aqueles que são diferentes de nós. Com isso, se perde a oportunidade de ouvir o apelo do necessitado e de transformar o mundo num lugar melhor.

[7] AMORESE, Rubem Martins. Excelentíssimos Senhores. Belo Horizonte: Ultimato, 2000. p. 200. Ética, comunicação, família, liderança, política e igreja — a partir destes blocos temáticos, Rubem Amorese  leva o leitor a aprender a pensar de maneira cristã e a construir respostas que reflitam o pensamento de Cristo que não é institucionalizado, mas essencialmente orgânico..

[8] SNYDER, A.Howard. Vinho novo, odres novos. São Paulo: ABU, 1996. p.252. Interessado na relação entre odres e o vinho do evangelho afirma que Deus é um Deus de novidade e por isso deve haver a consciência da relatividade das estruturas da igreja a fim de se ter novas atualizações dos odres. Esta relativização deve partir do ponto de que a igreja é organismo vivo e todo âmbito de sua ecologia a fim de que a igreja seja composta de relacionamentos essenciais, vivo e amoroso entre Cristo e ela mesma e horizontalmente.

[9] Jornal Batista, 25 de março 2005. Ed. 3.

[10] Jornal Batista, 01 de agosto2006. Ed. 7.

[11] Ver mais sobre o assunto: AMORESE, Rubem Martins. Igreja e sociedade. Belo horizonte: Ultimato, 1998. p. 136.

[12] Internet. Página pessoal de Júlio César Lucarevski. http://www.livreemcristo.com.br/estudo_det.cfm?ID=280

[13]Gondim, Ricardo.  Como vencer a inconstância. Cadeias, 2004. p. 263.

[14]CRABB, Larry. Lugar mais seguro da terra. São Paulo: Mundo Cristão, 2000. p.280.

[15] STEUERNAGEL, Valdir. A missão da igreja: Uma visão panorâmica sobre os desafios e proposta de missão, para a igreja na antevéspera do terceiro milênio. Belo Horizonte: Missão Editora, 1994. 411p.

[16] Veja os propósitos da CBB em documento oficial Planejamento Estratégico 2002/2007. 

[17] CAVALCANTI, Robinson. A Igreja, o País e o Mundo. Belo Horizonte: Ultimato, 2000. p. 160. O autor é um crítico ferrenho a esse tipo de importação ideológica e vale a pena ler mais sobre suas idéias.

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